“Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela.” Ef 5.25
Na língua grega há quatro tipos diferentes de amor. Éros fala do amor físico entre homem e mulher. Phileo fala do amor fraternal entre amigos. Storge fala do amor entre pais e filhos. Agape fala do amor sacrificial. A ordem bíblica é que o marido deve amar sua mulher com amor ágape, como Cristo ama a igreja. Cristo amou a igreja com amor sacrificial. Não é amor até a primeira crise nem apenas enquanto os olhos se deliciam com a beleza física.
Não é amor egoísta, mas altruísta. Não é amor apenas pelas virtudes, mas apesar das limitações. O amor deve ser conhecido pelo que é: paciente e benigno. É conhecido pelo que não faz: não arde em ciúmes, não se envaidece, não procura seus interesses nem se alegra com a injustiça. É conhecido também pelo que faz: alegra-se com a verdade, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. Esse não é o amor do existencialismo moderno, que afirma: “o amor é eterno enquanto dura”. Ao contrário, esse é o amor vindo do coração de Deus, que jamais acaba!
ORE
Senhor Deus, de ti procede o verdadeiro e mais puro amor. E é com este amor que me comprometo a pagar o preço de amar o meu cônjuge por todos os dias de minha vida. Em nome de Jesus.
Devocional Cada Dia
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